Você já pensou nisso?
Antonio Candido, um dos maiores críticos literários do Brasil, defendia justamente essa ideia. No ensaio “O Direito à Literatura”(1988), publicado em Vários Ensaios, ele argumenta que a literatura é fundamental para o espírito humano, pois nos torna “mais humanos”, mais empáticos, sendo tão importante quanto a comida é para o corpo.

Pela literatura, conseguimos sentir o que o outro sente, sonhar acordados. Com ela, encontramos sentido onde parece não ter, organizamos o caos interior. Sem ficção adoecemos. Sem histórias, nos perdemos.
Existem três frases de Candido que guardo comigo:
“A Literatura é o sonho acordado das civilizações.”
“Assim como não é possível haver equilíbrio psíquico sem o sonho durante o sono, talvez não haja equilíbrio social sem a literatura.”
“Não basta dar o pão; é preciso dar o livro.”
No meu e-book “Literatura não é luxo, é necessidade”, exploro três argumentos centrais de Antonio Candido em “O Direito à Literatura” e ofereço reflexões para você usar como repertório na redação do ENEM, nas aulas de literatura ou no dia a dia.
Quer entender por que a literatura pode ser tão essencial quanto um prato de comida?
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Depois me conta, você concorda com Candido? A literatura já mudou a sua vida?

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